sexta-feira, 27 de março de 2015

Reflexão - Encontro 1 - Redes de Aprendizagem



Reflexão realizada no dia 27/03/2014 no curso REDES DE APRENDIZAGEM - NTE - STA.CRUZ DO SUL

"Vi nesse artigo as várias possibilidades de ensino. Não podemos negar a diversidade de metodologias, instrumentos e técnicas que podem ajudar o processo ensino-aprendizagem. Com o desenvolvimento da tecnologia, a agilidade com que as informações são passadas, o professor deve procurar apropriar-se desses recursos para transformar suas aulas mais atraentes. Não podemos continuar relutando, indo contra e pensando no ensino tradicional existente. A sala de aula "briga" com o mundo lá fora e perde o sentido se não o trouxermos para o nosso lado...Isto exige atualização constante e desapego dos métodos usados tradicionalmente. Como educadores vamos aproveitar o que de melhor as tecnologias podem nos oferecer e facilitar o sistema de ensino."

Entenda o que é o ensino híbrido e como colocá-lo em prática
Fonte: Revista Educação/nov/2014.


quarta-feira, 25 de março de 2015

REFLEXÕES ACERCA DO COTIDIANO ESCOLAR E O USO DAS REDES DE APRENDIZAGEM



As imagens transmitem a mensagem de que o professor é o detentor do saber  e do conhecimento. Ele está à frente do trabalho, como uma figura de autoridade, comando.





Os alunos apresentam-se passivos, ouvintes, receptores do saber do professor.



Resultado de imagem para aula, professor, escola.



 A maioria  das imagens apresentam uma cena tradicional de professor no quadro de giz, explicando algum assunto e os alunos assistindo, sentados corretamente,  onde são ouvintes ou estão copiando algo do quadro.




Resultado de imagem para aula, professor, escola.


Infelizmente não precisei tirar fotos dos espaços da minha escola para poder comentar que, no cotidiano, as aulas são ministradas ainda no modelo tradicional, onde alunos assistem ao professor expondo conteúdos, usando o livro ou o quadro de giz como recurso pedagógico.



 São raros os professores que usam as tecnologias oferecidas pela escola, como: internet e rede wi-fi em todos os ambientes, data-show, aparelhos de microscópio eletrônicos, laboratório de informática, lousa digital e TVs novas com entradas USB, DVD e outras.








Vejo maior movimento no uso desses aparelhos com os alunos do Ensino Médio Politécnico. O Ensino Fundamental Inicial e Final, pouco usa desses instrumentos.  Eu procuro usar pelo menos uma vez por semana um recurso diferente para manter meus alunos atualizados nos conhecimentos da série, como também nos materiais disponíveis na escola para pesquisa e/ou trabalhos.
Ainda existe  muita resistência ao uso das tecnologias por parte de muitos professores. Os mesmos alegam que não usam por desinformação, não sabem usar e esperam que a gestão escolar providencie algum profissional para atuar nos ambientes. Alegam terem turmas numerosas, que não dão conta de usar, orientar e cuidar do material. Sempre há muita pressa para que os minutos das aulas sejam “aproveitados”. Não podem perder tempo indo de um ambiente para outro com os alunos...
Aproveitam mais o tempo apenas lendo os livros didáticos e reproduzindo atividades constadas neles, até que ponto?
Quanto vale o aproveitamento do tempo, quando os alunos podem estar vivendo, ouvindo ou sentindo o conhecimento instantaneamente, via web?
O que o aluno realmente aproveita do uso exclusivo do livro didático, da cópia automática ou da experimentação em tempo real, vendo, ouvindo, pesquisando nos instrumentos mais variados?
Medo de usar as tecnologias disponíveis por medo de estragá-las ou comodidade, estar na sala, abrir o livro e passar temas no quadro de giz?
Todos os recursos tecnológicos citados até aqui demandam uma questão: DESACOMODAÇÃO!

Ser professor é ser mediador do conhecimento, romper barreiras, propor alternativas, mas o aluno sempre será o SUJEITO do seu próprio conhecimento. Devemos então, oferecer-lhes diversas alternativas. Com atitude e coragem.