quinta-feira, 8 de outubro de 2015

AINDA FANZINES

Não deixamos por menos e fizemos uma fanzine sobre o projeto que estava sendo realizado com a turma do 4º ano. Foi a síntese para ilustrar o que aprendemos. O projeto levava o nome de Meio Ambiente, uma questão de educação. Os temas principais do projeto foram divididos em grupos. Cada grupo construiu uma parte e depois juntamos. Importante, primeiro manusearam com folha de ofício. Depois passaram o trabalho para a cartolina, propriamente dito. Além de divertido, foi muito construtivo. Desenvolveu-se organização espaço-temporal, coerência de ideias, pensamento matemático  e criatividade.




domingo, 28 de junho de 2015

Experiência de uso de redes sociais


Iniciei os processos de ingresso nas redes sociais quando fui para a graduação em Pedagogia. Lembro-me de não ter tido contato com computador, e-mail, vídeos e outras mídias existentes. Isso foi há 9 anos atrás. De lá para cá muita coisa já mudou, mas fica na minha memória o encantamento que tive quando o professor nos colocou frente ao computador, ensinando-nos a ligar, mexer e conhecer os recursos disponíveis até então. Não fazia parte do currículo daquela disciplina esse tipo de aula, mas aquele professor teve a visão metodológica para nos encantar. A partir daí, nunca mais parei de me interessar por tecnologias, usando-as em diversos momentos da minha vida profissional e estimulando colegas e alunos a também usarem.
Era época de uso de e-mail para tudo. Não havia watsapp, instagram...mas já havia Orkut e youtube. Mergulhei a explorá-los.
Realizávamos todo tipo de contato e troca de informações a respeito dos conteúdos trabalhados, bem como realizávamos à distância trabalhos em grupos.
Hoje em dia, além de trabalhos e trocas de informações, uso os recursos atuais para me distrair, divertir, ler assuntos referentes ao meu trabalho e ao trabalho dos colegas, ajudando-os em pesquisas e busca de informações, bem como procurando recursos tecnológicos para melhorar e dinamizar minhas aulas.
Não tenho críticas a fazer quanto ao uso das mídias, pois sei do cuidado que se deve ter ao usar esses recursos no que diz respeito à segurança e privacidade das informações, bem como ao respeito aos direitos autorais das pessoas em questão.
Com relação ao ambiente que estamos usando, a diferença é que este é um grupo fechado, em que compartilhamos os mesmos assuntos e interesses de maneira organizada e privada, o que nos traz mais segurança virtual ainda.
Essas experiências têm acrescentado muitas descobertas e curiosidades a respeito das mídias em educação, principalmente têm trazido dinamismo e alegria ao meu trabalho, no momento em que interajo com os alunos adolescentes, aproximando-me deles e proporcionando novidades ao pequenos alunos que ainda não têm conhecimentos desses recursos.
Tenho usado facebook, watsapp e blog redes de aprendizagem, por enquanto. Ainda não avancei no sentido de ampliar minha rede...Está nos planos para o futuro, avançar nos estudos em mídias e, assim, avançar no uso das mesmas.

Fanzine na sala de aula






ALUNOS DO ENSINO MÉDIO POLITÉCNICO PRODUZINDO FANZINE...










CENÁRIOS DE MUDANÇA

As mídias como televisão, jogos e internet, modificaram as formas de agir e pensar de crianças e jovens da atualidade desde que entraram nas casas das famílias como babás. Os pais passaram a fazer uso dessas mídias para entretenimento dos filhos, deixando-os “ocupados”, enquanto precisam fazer suas tarefas domésticas ou profissionais. Ficam distraídos frente às tecnologias disponíveis e não procuram atividades fora de casa. Também são recursos que ao mesmo tempo em que distraem, servem como um tipo de cuidado: crianças não vão para rua, correr riscos enquanto estão frente às mídias.
O mundo fora de casa está muito avançado também. Não se tem tranquilidade em deixar crianças brincando com amiguinhos na rua.  Torna-se cômodo deixar as crianças dentro de casa vendo tv, jogando no computador ou videogame.
Ao mesmo tempo as relações mudaram. Famílias não conversam mais como antes, crianças não convivem tanto com vizinhos ou amiguinhos. Na escola, então, apresentam comportamento contrário: estão com outras crianças, mais livres. Geralmente é nesse ambiente escolar que vão extravasar as energias ou, exigir atividades dinâmicas que lhes preencham a curiosidade, assim como as mídias.
Há uma sucessão de transformações ocorrendo no mundo: pais que correm para atender aos compromissos, filhos exigentes frente a cultura midiática e a escola tendo que atender a todas as demandas atuais.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Por que os jovens parecem estar cada vez mais “rebeldes” e agressivos no contexto escolar?

        A questão da rebeldia dos jovens não está somente no ambiente escolar. A escola tem refletido essa rebeldia, que está em todos os âmbitos da sociedade. Vejo a escola sendo a instituição que recebe todo tipo de rebeldia, problemas e situações sociais que não lhe cabe exatamente resolver. Estamos fazendo todo tipo de atendimento, quando outros setores deveriam estar atendendo. Nesse sentido, os professores estão necessitando atualizar-se, além do conhecimento da sua área ou disciplina. Precisam dominar todos os assuntos e meios existentes para atingirem a meta educacional.  O tempo e as inovações têm avançado muito rapidamente e a escola deve dar conta disso. Lidar com o conhecimento necessário para  o momento, prover aquilo que a comunidade vai ocupar realmente, dispor de todas as tecnologias para despertar nos alunos a vontade de aprender e aproveitar o estudo para mudar as suas realidades.
        O ensino tradicional não cabe na modernidade, mas em contrapartida, a escola está desempenhando um papel que vai além dos seus muros. A aprendizagem escolar não contempla, no método tradicional, as necessidades sociais dos educando. Por sua vez, os professores também estão tendo que prover ensino que não lhes foi provido. 
       Há uma contramão educacional...Enquanto uns vão, outros vêm. No entanto, buscar atualização, estar em contato com as mídias e tecnologias, são maneiras de diminuir essa distância entre o que se ensina e o modo como se aprende hoje em dia. Também é de se pensar que o ensino deve ser um ato prazeroso para ambos os lados: professor e aluno precisam estar no ambiente escolar com prazer e alegria, pois do contrário, todos sofrem a frustração de não chegarem a lugar algum.

sexta-feira, 27 de março de 2015

Reflexão - Encontro 1 - Redes de Aprendizagem



Reflexão realizada no dia 27/03/2014 no curso REDES DE APRENDIZAGEM - NTE - STA.CRUZ DO SUL

"Vi nesse artigo as várias possibilidades de ensino. Não podemos negar a diversidade de metodologias, instrumentos e técnicas que podem ajudar o processo ensino-aprendizagem. Com o desenvolvimento da tecnologia, a agilidade com que as informações são passadas, o professor deve procurar apropriar-se desses recursos para transformar suas aulas mais atraentes. Não podemos continuar relutando, indo contra e pensando no ensino tradicional existente. A sala de aula "briga" com o mundo lá fora e perde o sentido se não o trouxermos para o nosso lado...Isto exige atualização constante e desapego dos métodos usados tradicionalmente. Como educadores vamos aproveitar o que de melhor as tecnologias podem nos oferecer e facilitar o sistema de ensino."

Entenda o que é o ensino híbrido e como colocá-lo em prática
Fonte: Revista Educação/nov/2014.


quarta-feira, 25 de março de 2015

REFLEXÕES ACERCA DO COTIDIANO ESCOLAR E O USO DAS REDES DE APRENDIZAGEM



As imagens transmitem a mensagem de que o professor é o detentor do saber  e do conhecimento. Ele está à frente do trabalho, como uma figura de autoridade, comando.





Os alunos apresentam-se passivos, ouvintes, receptores do saber do professor.



Resultado de imagem para aula, professor, escola.



 A maioria  das imagens apresentam uma cena tradicional de professor no quadro de giz, explicando algum assunto e os alunos assistindo, sentados corretamente,  onde são ouvintes ou estão copiando algo do quadro.




Resultado de imagem para aula, professor, escola.


Infelizmente não precisei tirar fotos dos espaços da minha escola para poder comentar que, no cotidiano, as aulas são ministradas ainda no modelo tradicional, onde alunos assistem ao professor expondo conteúdos, usando o livro ou o quadro de giz como recurso pedagógico.



 São raros os professores que usam as tecnologias oferecidas pela escola, como: internet e rede wi-fi em todos os ambientes, data-show, aparelhos de microscópio eletrônicos, laboratório de informática, lousa digital e TVs novas com entradas USB, DVD e outras.








Vejo maior movimento no uso desses aparelhos com os alunos do Ensino Médio Politécnico. O Ensino Fundamental Inicial e Final, pouco usa desses instrumentos.  Eu procuro usar pelo menos uma vez por semana um recurso diferente para manter meus alunos atualizados nos conhecimentos da série, como também nos materiais disponíveis na escola para pesquisa e/ou trabalhos.
Ainda existe  muita resistência ao uso das tecnologias por parte de muitos professores. Os mesmos alegam que não usam por desinformação, não sabem usar e esperam que a gestão escolar providencie algum profissional para atuar nos ambientes. Alegam terem turmas numerosas, que não dão conta de usar, orientar e cuidar do material. Sempre há muita pressa para que os minutos das aulas sejam “aproveitados”. Não podem perder tempo indo de um ambiente para outro com os alunos...
Aproveitam mais o tempo apenas lendo os livros didáticos e reproduzindo atividades constadas neles, até que ponto?
Quanto vale o aproveitamento do tempo, quando os alunos podem estar vivendo, ouvindo ou sentindo o conhecimento instantaneamente, via web?
O que o aluno realmente aproveita do uso exclusivo do livro didático, da cópia automática ou da experimentação em tempo real, vendo, ouvindo, pesquisando nos instrumentos mais variados?
Medo de usar as tecnologias disponíveis por medo de estragá-las ou comodidade, estar na sala, abrir o livro e passar temas no quadro de giz?
Todos os recursos tecnológicos citados até aqui demandam uma questão: DESACOMODAÇÃO!

Ser professor é ser mediador do conhecimento, romper barreiras, propor alternativas, mas o aluno sempre será o SUJEITO do seu próprio conhecimento. Devemos então, oferecer-lhes diversas alternativas. Com atitude e coragem.